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TRIBUNA DO LEITOR |
Data:
05/02/2010
Edição:
5135 |
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Caros amigos do Jornal Periscópio!
Sou morador do bairro Jardim Santa Rosa (Jd Faculdade) e no dia 30 de janeiro de 2010 tivemos uma poluição sonora até altas horas da madrugada, oriunda de alguma festa. O que me incomoda são essas festas, fora de horário, que atrapalha muitos vizinhos que retornam de seus trabalhos para os finais de semana descansar e ainda tem que aguentar essa hipocrisia e desrespeito com a população ituana. Já que no instante de seu repouso, tem que aturar esses decibéis 'a mais de milhão' atormentando o sono. Respeito é bom e necessário. Onde está o limite? Queremos paz e sossego nos nossos sonos.
Agradecemos muito e se a prefeitura nos ajudar, melhor ainda
Um grande abraço Juliano J. Christofoletti - Jardim Faculdade
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Caro redator,
É com muita tristeza que estou observando os acontecimentos relativos ao aniversário de 400 anos de nossa querida Itu. Vejo com muita mágoa, pois lendo a reportagem sobre a Inauguração da estátua de Domingos Fernandes, muito justa e atrasada, fiquei a pensar, por qual motivo os descendentes de Suzana Dias, de Domingos Fernandes e de Cristovão Diniz, não foram convidados para a dita inauguração? Será que é pelo fato de que os descendentes não apóiam o atual Desgoverno Municipal? Será que é pelo simples fato de esquecimento histórico?Será que é pelo motivo dos nossos atuais governantes municipais (prefeito e vereadores) não conhecerem a história da fundação de Itu? Ou será que é tudo isso junto? Realmente é triste.
E vejo nesse periódico a publicação de propaganda paga (com o dinheiro do povo) oficial do governo municipal, onde em seu texto e pela exegese dizem que estão fazendo e preservando a história de Itu.Que história? A da corrupção?A da omissão descarada da grande maioria dos vereadores? A da falta de respeito para com a população? A da falta de respeito para com os descendentes de Domingos Fernandes, Cristovão Diniz e Suzana Dias? É uma pena que Itu tenha que suportar essa atual administração municipal, que sem cultura e informação, sonegam a Itu o que ela merece: HONESTIDADE, RESPEITO E DIGNIDADE.
Benedito Gilmar Dias
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Ao Jornal Periscópio de Itu
Escrevo como cidadã e como amante dos animais para alertar a população e pedir uma mudança no que vem ocorrendo. Tenho uma cachorrinha vira-lata de porte pequeno que adotei no Centro de Zoonoses de Itu no meio do ano de 2006 e, por receio, ainda não a havia castrado. No entanto, seguindo o exemplo da cachorrinha do meu irmão, que mora em Maringá/PR e foi castrada e muito bem tratada no Centro de Zoonoses de lá, perdi o medo e resolvi marcar a castração da minha cachorrinha, Sophia, para o dia 15 de dezembro de 2009.
Para antes da operação, somente me recomendaram o jejum e levei Sophia pela manhã ao Centro de Zoonoses. Chegando lá, o meu nome não estava agendado por confusão da secretária, mas foi possível um “encaixe”. Logo levaram Sophia, por volta das 7h30 e pediram para eu buscá-la às 14h30. Antes de ir, perguntei se já poderia comprar o remédio que ela tomaria e o colar e me disseram que nada disso seria necessário. Eu insisti, mas a informação era aquela.
Às 14h30 cheguei para buscar Sophia. Fiquei mais aliviada porque ela estava andando e fui ouvir as instruções para cuidados – me disseram novamente que a medicação (pentabiótico) já havia sido dada lá e que a segunda dose deveria ser tomada dali a uma semana, fora isso não havia nenhuma medicação e o curativo deveria ser deixado, “se ficar por uns 4, 5 dias é lucro, mas quando cair você não põe mais e não precisa fazer mais nada”, disseram. Eu estranhei, mas achei que deveria confiar. Só comprei uma roupinha cirúrgica para que ela não mordesse o curativo e deixei.
Passados 4 dias, achei que já fazia muito tempo e resolvi retirar o curativo. O que encontrei me desesperou: dois pontos dados grosseiramente com fios semelhantes aos usados para amarrar lingüiça e, embaixo deles, uma bola de inflamação! Corri para o veterinário particular para averiguar – ele se assustou com as instruções que eu havia recebido no Centro de Zoonoses e receitou um antibiótico, além de recomendar que eu limpasse os pontos três vezes ao dia com água oxigenada e iodo; sobre o curativo, ele disse que deveria ter sido retirado logo no primeiro dia.
A aparência dos pontos foi melhorando e voltei dali a três dias no veterinário, pois estava saindo sangue coagulado da vagina da Sophia e a bola de inflamação ainda não se havia desfeito. Ele fez punção na inflamação e fez um exame de sangue. Disse que a operação deve ter sido feita de forma grotesca e deve ter havido um atraso na coagulação interna, mas que ela ficaria bem.
Hoje Sophia está bem, passado quase um mês da cirurgia. No entanto, fica a minha indignação com esse serviço muito mal feito, com descaso do Centro de Zoonoses para com a população e seus animais. Se eu não tivesse condições de pagar um veterinário, talvez Sophia tivesse até morrido, quem sabe. Por isso faço um aviso para que as pessoas que forem recorrer a esse serviço tomem todo o cuidado e para que as pessoas que trabalham nesse órgão da Prefeitura ponham as mãos em sua consciência e pensem na importância de fazerem um trabalho bem feito. Por último, peço a Prefeitura que fiscalize esse órgão e que averigúe sua situação de higiene e de profissionais.
Agradeço ao Jornal Periscópio pelo espaço aberto à população.
Muito obrigada, Nathalia Fernandes Vieira.
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