Candidatos eleitos em Itu agradecem e falam de planos para seus mandatos

Após a eleição do último domingo (07), três candidatos representarão a cidade, sendo que dois foram reeleitos e uma vai exercer pela primeira vez. Herculano Passos (MDB) continuará em Brasília como deputado federal, Rodrigo Moraes (DEM) segue na Assembleia Legislativa e Mônica Seixas (PSOL), debuta como deputada estadual.

Com 49.653 votos, Herculano Passos foi reeleito deputado federal e disse que “destinei R$ 4 milhões para a saúde e infraestrutura neste primeiro mandato e, nos próximos quatro anos, continuarei beneficiando a cidade, especialmente nestas duas áreas. Continuarei com meu trabalho em defesa do municipalismo e do turismo e também na conquista de recursos para investimentos na saúde e infraestrutura das cidades da nossa região”. O deputado agradeceu aos que o apoiaram, trabalharam na campanha e votaram nele.

A reportagem também procurou contato com Rodrigo Moraes e Mônica Seixas, mas não foi possível até o encerramento desta matéria. Porém, baseado em depoimentos prestados à TV Tem, tanto Rodrigo quanto Mônica passaram os seguintes pensamentos.

Rodrigo Moraes, reeleito para a Assembleia Legislativa do Estado com 75.845 votos, cumprirá seu terceiro mandato. “A meta principal é na área da saúde. Vamos conversar com o prefeito e buscar recursos do Governo do Estado junto a Secretaria Estadual da Saúde”. O deputado lembrou que no mandato anterior conseguiu R$ 100 mil para reformar e equipar leitos de UTI do Hospital São Camilo.

Eleita juntamente com a “Bancada Ativista”, Mônica Seixas entra na Assembleia pela primeira vez. A Bancada recebeu 149.844 votos. “São nove pautas de nove ativistas diferentes. Temos realidades diferentes de minorias e excluídos como negritude, mulheres, LGBTs, mães representando as crianças, causa animal e permacultura num único gabinete. Então, fizemos um planejamento para os próximos quatro anos, para priorizar a cada ano uma frente, para no final a gente conseguir  a cobertura de todas essas atividades políticas.  Para o primeiro ano, por exemplo, a gente pensa em debater água e educação”, concluiu. (Moura Nápoli)

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