O protocolo da saúde de Itu no combate à Covid-19

Nas últimas semanas, muitos leitores têm questionado por meio das redes sociais os protocolos que tem sido adotados em Itu na questão de tratamentos para pacientes infectados pela Covid-19 – principalmente, quanto ao uso da cloroquina, que também não possui eficácia comprovada cientificamente.

Na edição do JP de 23 de maio, foi publicada uma entrevista com a secretária de Saúde Janaina Guerino Camargo que, na oportunidade, declarou que “a conduta médica e a prescrição de medicamentos ocorrem por meio de avaliação individual de cada caso”. Já ao ser questionada se cloroquina estaria entre os medicamentos, Janaina comentou que “o medicamento está disponível e a prescrição fica a cargo de avaliação médica e devida autorização do paciente ou familiares”.

Já em live do dia 1º de julho, o prefeito Guilherme Gazzola (PL) destacou que “todos os profissionais de saúde seguem os protocolos para determinadas doenças. Esse é padrão de qualquer hospital. Todas as cidades seguem o protocolo. Para cada patologia você tem uma gama de medicamentos que podem ser utilizados nas suas respectivas dosagens e respectiva resposta clínica do paciente”.

Ao reforçar que os protocolos atendem a um padrão, não sendo diferente de uma cidade para outra, Gazzola citou os medicamentos utilizados: Azitromocina, Dipirona, Paracetamol, Loratadina e Cloroquina. Sobre o último, ele disse que é um medicamento muito importante apesar de controverso e que todos os hospitais de campanha têm cloroquina.

O chefe do Executivo destaca. “Mas ela (a cloroquina) não pode ser administrada sem antes ser feito um eletrocardiograma, porque ela traz possíveis efeitos colaterais que podem ser prejudiciais para pessoas que podem ter problemas ou desenvolver problemas cardíacos. A ciência tem avançado bastante, mas ainda não existe um remédio milagroso”, concluiu.

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