Prefeitura de Itu afirma que EMEF foi alvo de furtos e rebate acusações

Secretaria de Educação nega problemas nos banheiros da instituição e diz que não há irregularidades no pátio

Questionada pelo “Periscópio”, a Secretaria de Educação da Prefeitura de Itu informa que as queixas referentes à EMEF “Carolina de Moraes Macedo” são resultado de três recentes invasões com furto e vandalismo na escola localizada no bairro Cidade Nova.

“No início de janeiro, o local foi invadido por desconhecidos, que danificaram todas as lâmpadas do pátio, fechaduras de portas e portões de entrada, subtraindo roupas de formatura, duas mesas e dois bancos de refeitório, além de material de papelaria / livraria, utilizado em sala de aula, como giz de lousa e tinta guache escolar”, ressalta.

A Secretaria de Educação ainda comunica que, no mês de março, a escola foi novamente acometida duas vezes por furtos e danos ao patrimônio. Nessas ocasiões foram danificados: cadeados do portão de entrada da instituição, porta de sala de aula e da coordenação e grade do bar existente no pátio da escola, além de armários. “Na oportunidade, foram subtraídos alimentos (carne, pacote de pães e potes de doces), que se encontravam armazenados no local. Também foram furtados um microcomputador, um monitor 19 polegadas, teclado, ventilador de mesa, caixas de canetas para quadro branco, cadernos universitários de capa dura, caixas de som amplificadoras, microfone e três extensões”, pondera.

A pasta afirma que os atos criminosos foram devidamente comunicados às autoridades policiais e à empresa seguradora para que haja o ressarcimento.

Informações contestadas
Apesar dos problemas decorrentes dos furtos e invasões, a Secretaria Municipal de Educação afirma que algumas acusações apontadas por pais e responsáveis de alunos da EMEF “Carolina de Moraes Macedo” não procedem.

“Os banheiros de uso dos alunos se encontram em perfeito estado de utilização, recebendo a devida limpeza e higienização, quatro vezes ao dia, sendo disponibilizado aos alunos, pelos inspetores, a reposição de papel higiênico e sabonete líquido”, observa o órgão da Prefeitura. “Existe, de fato, um o sanitário que se encontra interditado para reforma, mas este está devidamente inutilizado, sem oferecer qualquer risco aos alunos”.

A pasta também destaca que os únicos buracos existentes no pátio são ralos com função de escoar água da chuva e de limpeza do local. “Outro ponto de discordância diz respeito às refeições em local inapropriado. Como é prática comum nas escolas, no horário do lanche, os alunos se agrupam em turmas, sentados no chão do pátio, para desfrutarem das refeições em forma de piquenique”, finaliza.