﻿{"id":120171,"date":"2022-03-30T13:35:40","date_gmt":"2022-03-30T16:35:40","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/?p=120171"},"modified":"2022-03-30T13:35:46","modified_gmt":"2022-03-30T16:35:46","slug":"como-itu-viveu-o-golpe-militar-de-1964","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/como-itu-viveu-o-golpe-militar-de-1964\/","title":{"rendered":"Como Itu viveu o Golpe Militar de 1964"},"content":{"rendered":"\n<p>O Golpe de 1964 \u00e9 o nome que se d\u00e1 \u00e0 articula\u00e7\u00e3o que, entre 31 de mar\u00e7o e 9 de abril de 1964, realizou a tomada de poder, subvertendo a ordem existente no pa\u00eds e dando in\u00edcio \u00e0 Ditadura Militar, regime que se estendeu no Brasil de 1964 at\u00e9 1985. Durante o golpe, o presidente ent\u00e3o empossado, Jo\u00e3o Goulart, foi destitu\u00eddo de seu cargo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Golpe-1964.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-120174\" width=\"231\" height=\"321\" srcset=\"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Golpe-1964.jpg 689w, https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Golpe-1964-359x500.jpg 359w\" sizes=\"(max-width: 231px) 100vw, 231px\" \/><figcaption>Prefeito de Itu na \u00e9poca, Jo\u00e3o Machado foi favor\u00e1vel ao golpe (Foto: Itu Historiador)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>A situa\u00e7\u00e3o no Brasil era extremamente inst\u00e1vel e, em mar\u00e7o de 1964, tomaram-se as a\u00e7\u00f5es que definiram o destino do pa\u00eds. A conspira\u00e7\u00e3o dos grupos da extrema-direita estava a pleno vapor, e uma a\u00e7\u00e3o de Jango desencadeou de maneira antecipada o golpe no Brasil. Em 13 de mar\u00e7o de 1964, foi realizado o Com\u00edcio da Central do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse com\u00edcio, de acordo com as historiadoras Lilia Schwarcz e Helo\u00edsa Starling mobilizou de 150 mil a 200 mil pessoas. Nele, Jo\u00e3o Goulart reassumiu seu compromisso com a realiza\u00e7\u00e3o das Reformas de Base. O discurso de Jango deu a entender que o presidente havia abandonado a pol\u00edtica de concilia\u00e7\u00e3o e que partiria na defesa das Reformas de Base junto aos movimentos sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>A rea\u00e7\u00e3o conservadora foi imediata e ocorreu nas ruas no dia 19 de mar\u00e7o com a Marcha da Fam\u00edlia com Deus pela Liberdade. Essa passeata mobilizou mais de 500 mil pessoas em S\u00e3o Paulo contra o comunismo e reivindicando a interven\u00e7\u00e3o dos militares na pol\u00edtica brasileira. Essa passeata foi organizada pelo Ipes e deixou bem clara a extens\u00e3o do poder dos grupos golpistas e o temor da classe m\u00e9dia com as reformas e com os movimentos sociais que pipocavam pelo pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 31 de mar\u00e7o, uma rebeli\u00e3o organizada por Olympio de Mour\u00e3o deu in\u00edcio ao golpe civil-militar. Ele era comandante da 4\u00aa Regi\u00e3o Militar e iniciou uma rebeli\u00e3o em Juiz de Fora. Suas tropas marcharam em dire\u00e7\u00e3o ao Rio de Janeiro com o objetivo de derrubar o governo. A rebeli\u00e3o de Mour\u00e3o contava com o apoio do governador de Minas Gerais, Magalh\u00e3es Pinto, e, em um primeiro momento, foi vista com desconfian\u00e7a por membros das For\u00e7as Armadas, como Castello Branco.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante esses acontecimentos, Jo\u00e3o Goulart manteve-se totalmente inerte e n\u00e3o tomou a\u00e7\u00f5es efetivas para deter os militares que marchavam contra o seu governo. Os grupos da esquerda ficaram esperando uma ordem superior para uma poss\u00edvel resist\u00eancia, mas essa ordem nunca veio. Jango tinha conhecimento de que o golpe em curso tinha o apoio dos EUA e sabia que uma resist\u00eancia daria in\u00edcio a uma guerra civil \u2013 possibilidade rejeitada pelo presidente.<\/p>\n\n\n\n<p>O grande aliado de Jango no ex\u00e9rcito, Amaury Kruel, retirou seu apoio a Jango, o que lhe colocou em isolamento e afastou as possibilidades de resist\u00eancia interna nos quadros das For\u00e7as Armadas. Enquanto os militares marchavam contra o governo, os parlamentares brasileiros resolveram agir e, no dia 2 de abril de 1964, Auro de Moura, Senador da Rep\u00fablica, declarou vaga a presid\u00eancia da Rep\u00fablica e abriu o caminho para que a Junta Militar tomasse o poder do Brasil. No dia 9 de abril, foi decretado o Ato Institucional n\u00ba 1 e a Ditadura Militar no Brasil come\u00e7ou a ganhar forma.<\/p>\n\n\n\n<p>As v\u00e9speras do anivers\u00e1rio de 58 anos do golpe, o<strong> Perisc\u00f3pio<\/strong> ouviu moradores de Itu que comentam como foi o per\u00edodo na cidade. A professora Maria Angela Pimental Mangeon Elias, recorda que \u201c1964 foi um ano emblem\u00e1tico\u201d. \u201cDecorridos mais de meio s\u00e9culo, h\u00e1 muitos fatos que nos permitem modificar conceitos ou preconceitos\u201d, frisa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNa \u00e9poca eu fazia parte do Movimento de Arregimenta\u00e7\u00e3o Feminino \u2013 MAF e pude bem sentir o clima angustiante que est\u00e1vamos vivendo. Algo precisava ser feito. E foi feito. O movimento de revolta contra o status que recebeu o nome de Revolu\u00e7\u00e3o de 64 e, depois, de Golpe. Prefiro cham\u00e1-lo de Revolu\u00e7\u00e3o. Isto porque, quando tenho d\u00favida, consulto o dicion\u00e1rio. Portanto, prefiro a palavra Revolu\u00e7\u00e3o\u201d, diz a professora.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO poder constitucional foi formado por militares, pessoas bem preparadas, que estudaram para saberem como servir \u00e0 Na\u00e7\u00e3o. Entretanto, eram pessoas humanas, pass\u00edveis de erros ou omiss\u00f5es, assim como capazes de enfrentar qualquer tipo de situa\u00e7\u00e3o. Assim tamb\u00e9m acontecia com as pessoas da oposi\u00e7\u00e3o. Precisamos considerar que, de ambas as partes, houve exageros e at\u00e9 crimes, desde que \u00e9 mais f\u00e1cil chegar a conclus\u00f5es ap\u00f3s a passagem de algum tempo\u201d, destaca Maria \u00c2ngela.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cLembro-me de que tivemos dias e anos de relativo sossego e de muita preocupa\u00e7\u00e3o, com as pessoas obedecendo ou, ent\u00e3o, se rebelando contra as ordens emanadas do governo. Tive e tenho v\u00e1rios amigos militares, sem nenhum problema. Assim como tenho amigos e at\u00e9 parentes de alguma forma&nbsp; marcados por essa Revolu\u00e7\u00e3o\u201d, acrescenta a professora. \u201cMas havia tamb\u00e9m \u2018o outro lado\u2019, tamb\u00e9m com suas atividades, o que resultou na t\u00e3o esperada \u2018Democracia\u2019, que vivemos e que, de certa forma, bastante perdeu de seu significado etimol\u00f3gico\u201d, aponta a educadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Prefeito de Itu por quatro mandatos, L\u00e1zaro Jos\u00e9 Piunti era um jovem estudante de 16 anos em 1964 e, ao <strong>JP<\/strong>, ele recorda o cen\u00e1rio em Itu. \u201cO prefeito era Jo\u00e3o Machado Medeiros Fonseca. Ele ficou favor\u00e1vel ao movimento militar e inclusive, palavras dele, reservou recursos nos cofres municipais para socorrer o grupo militar que estava saindo nas ruas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cHouve apreens\u00e3o de ve\u00edculos, inclusive um caminh\u00e3o do Col\u00e9gio Nossa Senhora do Patroc\u00ednio foi requisitado pelo Ex\u00e9rcito e, em Itu, a grande figura democr\u00e1tica era do Partido Comunista, mas uma pessoa com voca\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica que era o Dr. Ermelindo Maffei. Foi preso, foram presos dirigentes sindicais, depois liberados. Foi um momento complicado\u201d, recorda Piunti. O ex-prefeito prossegue. \u201cO Quartel de Itu foi para a linha de frente, viajou para a regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba para enfrentar as tropas de Minas Gerais que vinham em dire\u00e7\u00e3o ao Rio de Janeiro. Me lembro com nitidez de toda a situa\u00e7\u00e3o. Os irm\u00e3os Marchi tinham grande estoque de alimentos e Jo\u00e3o Machado requisitou tamb\u00e9m se necess\u00e1ria a apreens\u00e3o de alimentos para atender o Ex\u00e9rcito\u201d, conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Personalidades da sociedade ituana recordam o in\u00edcio de um per\u00edodo que durou mais de 20 anos.<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":120178,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[282,53,206],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Como Itu viveu o Golpe Militar de 1964<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Personalidades da sociedade ituana recordam o in\u00edcio de um 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