﻿{"id":124661,"date":"2022-08-13T14:23:00","date_gmt":"2022-08-13T17:23:00","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/?p=124661"},"modified":"2022-08-15T14:24:25","modified_gmt":"2022-08-15T17:24:25","slug":"artigo-a-paternidade-o-masculino-a-escrita-e-outras-reflexoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/artigo-a-paternidade-o-masculino-a-escrita-e-outras-reflexoes\/","title":{"rendered":"Artigo: A paternidade, o masculino, a escrita e outras reflex\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p><em><strong>Por Paulo Stucchi*<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de um livro \u00e9 sempre uma experi\u00eancia \u00fanica para o autor; assim como filhos, um livro nunca \u00e9 igual ao outro e possui demandas pr\u00f3prias: perfis de pesquisa, tempo de matura\u00e7\u00e3o, percal\u00e7os inerentes \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, ajustes finais. Enfim, o fato \u00e9 que nunca sa\u00edmos iguais de um processo de cria\u00e7\u00e3o de uma nova obra \u2013 na pior das hip\u00f3teses, evolu\u00edmos como contadores de hist\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Um exemplo desse delicioso e assustador processo de troca entre escritor e suas obras \u00e9 meu novo romance, \u201cUm de n\u00f3s foi feliz\u201d. Quando a diretora da Maquinaria Editorial, Renata Sturm, me procurou com o projeto de romancear uma hist\u00f3ria real ocorrida no interior do Rio Grande do Sul, imediatamente entendi que estava diante de um desafio. Mas, no momento em que soube o contexto da tal narrativa \u2013 a hist\u00f3ria de abandono de um pai e o resgate da hist\u00f3ria da fam\u00edlia por parte de sua filha mais nova, que seria quem me concederia as entrevistas para a cria\u00e7\u00e3o do roteiro \u2013 notei que estava diante de um desafio ainda maior do que supunha.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 medida que imergia na hist\u00f3ria familiar de T\u00e2nia Volkart e de seu pai, a qual deu origem ao roteiro de \u201cUm de n\u00f3s foi feliz\u201d, vi-me diante de meus pr\u00f3prios questionamentos como homem e pai. Resumidamente, tudo se passa nos anos 60, quando o pai da T\u00e2nia, de origem alem\u00e3, abandona a fam\u00edlia ap\u00f3s a morte do filho mais velho e reencontra, na sua terra-natal, o amor de sua vida. V\u00e1rios epis\u00f3dios tristes s\u00e3o pontuados, como as tentativas da menina em chamar a aten\u00e7\u00e3o do pai, sua indiferen\u00e7a perante ela, a raiva da m\u00e3e, que transferiu a T\u00e2nia a frustra\u00e7\u00e3o com seu casamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a partida do pai para a Alemanha, coube \u00e0s duas (m\u00e3e e filha) engolir suas dores e levar adiante o sustento da fam\u00edlia. Sessenta anos se passaram desde ent\u00e3o, mas \u00e9 triste notar quantas fam\u00edlias atualmente compartilham da mesma hist\u00f3ria de T\u00e2nia e sua m\u00e3e \u2013 infelizmente, nem todas com o mesmo final feliz, afinal, T\u00e2nia conseguiu construir uma fam\u00edlia e abra\u00e7ar sua pr\u00f3pria felicidade, perdoando seu pai. A aliena\u00e7\u00e3o parental \u00e9 uma dolorosa realidade do universo masculino, que, por vieses culturais e educacionais, disponibiliza ao homem a possibilidade mais f\u00e1cil e vi\u00e1vel de afastar-se da responsabilidade da paternidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Felizmente (e escrevo isso com um calor no cora\u00e7\u00e3o) tal realidade vem mudando com o advento do feminismo e da releitura do papel masculino na sociedade e na fam\u00edlia. Ainda que o Brasil esteja aqu\u00e9m de outras sociedades (como a dos pa\u00edses n\u00f3rdicos) na participa\u00e7\u00e3o dos pais na cria\u00e7\u00e3o dos filhos (sobretudo, nos primeiros anos de vida) e nos servi\u00e7os dom\u00e9sticos, \u00e9 not\u00f3ria a evolu\u00e7\u00e3o nesse aspecto. O ponto negativo \u00e9 que, normalmente, a paternidade respons\u00e1vel (que n\u00e3o \u00e9 uma virtude, mas, sim, uma obriga\u00e7\u00e3o) ainda \u00e9 mais comum nas classes mais estudadas e com mais acesso \u00e0 cultura e educa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, notei, com tristeza, que a hist\u00f3ria de abandono paterno impacta bem menos em leitores homens (que tamb\u00e9m s\u00e3o pais) do que em leitoras e em filhos que passaram por tal situa\u00e7\u00e3o; \u00e9 como se n\u00f3s, homens e\u00a0 pais, estiv\u00e9ssemos habituados a essa realidade t\u00e3o corriqueira que, dessa maneira, n\u00e3o nos choca como deveria.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, a luta por igualdade na cria\u00e7\u00e3o dos filhos tem um longo caminho a ser percorrido, mas prefiro crer que j\u00e1 quebramos a casca do ovo. Nesse percurso, educa\u00e7\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o s\u00e3o fundamentais. A aliena\u00e7\u00e3o parental precisa, sim, causar choque e revolta, assim como causaria o abandono de um filho por uma m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<p>Se a hist\u00f3ria de \u201cUm de n\u00f3s foi feliz\u201d traz um quadro triste da paternidade (e um realidade infelizmente comum de aliena\u00e7\u00e3o parental),\u00a0 pode tamb\u00e9m ser um alerta da import\u00e2ncia que o pai tem para seus filhos \u2013 sobretudo, numa sociedade que sobrecarrega a mulher, despejando sobre ela o \u00f4nus e b\u00f4nus da cria\u00e7\u00e3o da prole e camuflando tal sobrecarga com o argumento do \u2018com divino de se gerar a vida\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Filhos s\u00e3o de responsabilidade de ambos \u2013 pai e m\u00e3e. E precisam desse equil\u00edbrio e exemplo para que cres\u00e7am com boas refer\u00eancias. Neste Dia dos Pais, mais do que presentes e abra\u00e7os, que n\u00f3s homens saibamos olhar e reconhecer em nossos filhos verdadeiras d\u00e1divas \u2013 e que, como tal, precisam de nossa responsabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p><em>*\u00c9 jornalista, psicanalista e escritor. Autor de oito livros, foi finalista do Pr\u00eamio Jabuti 2020 com \u201cA filha do Reich\u201d. \u201cUm de n\u00f3s foi feliz (2022, Maquinaria Editorial) \u00e9 seu novo romance.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Paulo Stucchi.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":104331,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Artigo: A paternidade, o masculino, a escrita e outras reflex\u00f5es<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Por Paulo Stucchi.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" 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