﻿{"id":138818,"date":"2024-04-20T15:04:35","date_gmt":"2024-04-20T18:04:35","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/?p=138818"},"modified":"2024-04-24T15:05:18","modified_gmt":"2024-04-24T18:05:18","slug":"apos-1500-como-os-portugueses-conquistaram-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/apos-1500-como-os-portugueses-conquistaram-o-brasil\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s 1500, como os portugueses conquistaram o Brasil?"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Por V\u00edktor Waewell*<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>De in\u00edcio, portugueses passavam aqui para buscar produtos como o pau-brasil, a caminho da \u00cdndia, onde estavam as especiarias. \u00c9 que a corrente mar\u00edtima que contorna a \u00c1frica passa pelo meio do Atl\u00e2ntico, ent\u00e3o o Brasil era um desvio n\u00e3o muito grande no trajeto de ida.<\/p>\n\n\n\n<p>Em v\u00e1rias partes do mundo, os portugueses fundavam fortalezas perto da costa nas quais os produtos que lhes interessavam eram guardados para quando os navios passassem. Em troca, entregavam itens europeus que hoje podem parecer de pouco valor, mas n\u00e3o eram. Se voc\u00ea precisa cortar uma \u00e1rvore, vai valorizar bastante um machado de cunha met\u00e1lica. Caso j\u00e1 tenha ficado numa casa sem espelhos, sabe que faz falta. No come\u00e7o, os portugueses eram comerciantes, compravam aqui para vender l\u00e1 e vice-versa. Ent\u00e3o, os povos nativos de v\u00e1rias partes, inclusive no Brasil, trocavam por vontade.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, as guerras logo come\u00e7aram a pipocar.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, enquanto uns capit\u00e3es portugueses continuavam a procurar pau-brasil, outros passaram a ca\u00e7ar pessoas e vend\u00ea-las como escravas para as incipientes planta\u00e7\u00f5es de cana no Nordeste. Diante da perspectiva dos grilh\u00f5es, muitos nativos se uniram e deram batalha contra a invas\u00e3o. Em alguns lugares, como no Esp\u00edrito Santo, os ind\u00edgenas venceram, matando muitos e queimando o que fora constru\u00eddo por portugueses, retardando o processo de coloniza\u00e7\u00e3o. Em outros, os fidalgos conseguiram aproveitar inimizades entre os caciques locais para conseguir bons aliados para si, ocasionando d\u00e9cadas de grandes batalhas em terra e no mar, como \u00e9 o caso do eixo Rio-S\u00e3o Paulo, onde aconteceu a chamada Confedera\u00e7\u00e3o dos Tamoios, a nossa maior revolta ind\u00edgena \u2013 que, por sinal, \u00e9 o pano de fundo do meu \u00faltimo livro.<\/p>\n\n\n\n<p>Guerras assim eram habituais para portugueses, em sua vasta rede comercial, com embates do Brasil \u00e0 Mal\u00e1sia, fossem contra reis locais ou almirantes otomanos. Frequentemente, portugueses perderam. \u00c0s vezes, conquistavam apenas o direito de fazer com\u00e9rcio ali e, sendo otimista, de manter o castelo perto da praia.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 que, no Brasil, os fidalgos avan\u00e7aram cada vez mais sobre o territ\u00f3rio, at\u00e9 a vit\u00f3ria completa. Por qu\u00ea?<\/p>\n\n\n\n<p>Diferente do senso comum, as armas de fogo, bem rudimentares \u00e0 \u00e9poca, n\u00e3o foram de grande valia. As armaduras, sim, faziam diferen\u00e7a, contra povos sem metalurgia. Mas o que realmente pendeu a balan\u00e7a foram as doen\u00e7as. S\u00e3o v\u00e1rios os registros de contamina\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada propositalmente contra os ind\u00edgenas, com envio de pessoas ou objetos infectados a eles. Males que haviam circulado no resto do mundo por milhares de anos, causando v\u00e1rias epidemias mort\u00edferas, ganharam a Am\u00e9rica. Diferente de europeus, resultado de uma longa sele\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos resistentes \u00e0quelas doen\u00e7as, os nativos morriam em propor\u00e7\u00e3o assombrosa.<\/p>\n\n\n\n<p>O mundo dos ind\u00edgenas, antes da virada do primeiro s\u00e9culo da invas\u00e3o, j\u00e1 era um cen\u00e1rio p\u00f3s-apocal\u00edptico. Cerca de 90% das pessoas morreram adoecidas. De in\u00edcio, faleciam mais os inimigos dos portugueses, contra os quais as doen\u00e7as eram direcionadas. Depois, a epidemia varreu tudo. Povos inteiros no sert\u00e3o que \u00e0s vezes nem tinham ouvido falar de um branco desapareceram.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o territ\u00f3rio aberto, n\u00e3o se demoraram os hoje chamados bandeirantes, singrando o pa\u00eds em busca de metais preciosos e de nativos remanescentes para serem escravizados. Os metais foram encontrados em Minas Gerais e os nativos, dif\u00edceis de serem domados pela facilidade de fugirem pela mata, ficaram obsoletos como for\u00e7a motriz da economia, quando come\u00e7aram a chegar, aos milhares e depois aos milh\u00f5es, os pretos da \u00c1frica.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste 22 de abril lembramos o chamado Dia do Descobrimento do Brasil. Este \u00e9 um jeito incrivelmente errado de descrever a situa\u00e7\u00e3o, pois n\u00e3o foi descoberto, mas invadido, nem era o Brasil. De toda forma, o marco da chegada dos portugueses \u00e9 um dia para se pensar. De l\u00e1 para c\u00e1, t\u00eam sido boas as nossas escolhas?<\/p>\n\n\n\n<p><em>*\u00c9 escritor, autor do livro \u201cGuerra dos Mil Povos\u201d, uma hist\u00f3ria de amor e guerra durante a maior revolta ind\u00edgena do Brasil.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por V\u00edktor Waewell.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":58711,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Ap\u00f3s 1500, como os portugueses conquistaram o Brasil?<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Por V\u00edktor Waewell.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, 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