﻿{"id":62910,"date":"2017-05-13T09:10:51","date_gmt":"2017-05-13T12:10:51","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/?p=62910"},"modified":"2017-05-13T09:10:51","modified_gmt":"2017-05-13T12:10:51","slug":"os-novos-arranjos-familiares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/os-novos-arranjos-familiares\/","title":{"rendered":"Os novos arranjos familiares"},"content":{"rendered":"<p><strong>*Por Juliana Frozel de Camargo Alcoforado<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fam\u00edlia. A express\u00e3o ainda nos remete ao modelo convencional: um homem e uma mulher unidos pelo casamento, com o dever de gerar os filhos. Apesar da insistente lembran\u00e7a, sabemos que esse paradigma n\u00e3o mais representa a realidade, agora apresentada por diversos arranjos familiares.<\/p>\n<p>As transforma\u00e7\u00f5es no conceito familiar s\u00e3o reflexos do contexto pol\u00edtico, econ\u00f4mico e social. Inadmiss\u00edvel pensarmos hoje em uma concep\u00e7\u00e3o \u00fanica de fam\u00edlia. Convivemos com fam\u00edlias ampliadas, recompostas, monoparentais, homoafetivas, o que nos faz reconhecer que seu conceito se pluralizou, com menos regras. Consequentemente, h\u00e1 uma redistribui\u00e7\u00e3o das responsabilidades dos componentes familiares.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos m\u00e9todos contraceptivos e o aumento dos div\u00f3rcios, um dos aspectos substanciais para a mudan\u00e7a do conceito deu-se com a posi\u00e7\u00e3o jur\u00eddica da mulher, que deixou de exercer a fun\u00e7\u00e3o de simples colaboradora do marido no lar para inserir-se no mercado de trabalho e tomar em conjunto as decis\u00f5es. Essa realidade foi confirmada pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, que adotou o princ\u00edpio da igualdade entre os c\u00f4njuges e a n\u00e3o discrimina\u00e7\u00e3o entre os filhos, ampliando o conceito de fam\u00edlia, que ganhou destaque n\u00e3o s\u00f3 no casamento, mas tamb\u00e9m na uni\u00e3o est\u00e1vel e em ambientes monoparentais.<\/p>\n<p>Os avan\u00e7os da biotecnologia, por meio das t\u00e9cnicas de reprodu\u00e7\u00e3o assistida, tamb\u00e9m contribu\u00edram para o surgimento da \u201cnova fam\u00edlia\u201d, que estabelece seus par\u00e2metros no amor, da\u00ed a preval\u00eancia da presun\u00e7\u00e3o da paternidade e da maternidade do casal que projetou o nascimento, mesmo que o material gen\u00e9tico n\u00e3o seja seu, e ainda que a crian\u00e7a n\u00e3o tenha sido gerada no \u00fatero da m\u00e3e intencional. Inclusive, a fam\u00edlia pode ser multiparental, composta por mais de uma m\u00e3e e\/ou de um pai.<\/p>\n<p>Assim, na fam\u00edlia sociol\u00f3gica, a concep\u00e7\u00e3o de maternidade e paternidade n\u00e3o se restringe ao ato da procria\u00e7\u00e3o ou dos la\u00e7os de sangue; h\u00e1 necessidade de outro elemento, caracterizado pelos la\u00e7os de afeto. A ideia de pai e m\u00e3e passa a ser n\u00e3o s\u00f3 ato f\u00edsico, mas, principalmente, ato de op\u00e7\u00e3o. Percebe-se uma constru\u00e7\u00e3o familiar baseada muito mais no afeto e nas rela\u00e7\u00f5es de cuidado do que em la\u00e7os de parentesco ou consanguinidade, reconfigurando-se as ideias de conjugalidade e a parentalidade.<\/p>\n<p>O que \u00e9 certo ou errado? Representamos o reflexo de uma gera\u00e7\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o em que o n\u00facleo familiar era bem delineado e agora multifacetado? \u00c9 preciso reconhecer a nova realidade, baseada nas viv\u00eancias e experi\u00eancias particulares de cada fam\u00edlia, e nos reorganizarmos, reconhecendo que cada integrante tem o seu valor e sua fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as n\u00e3o destitu\u00edram da fam\u00edlia a responsabilidade sobre os indiv\u00edduos j\u00e1 que \u00e9 nela que a vida adquire sentido. Na fam\u00edlia, acontecem diversos conflitos e encontram-se todos os sentimentos. Essa intera\u00e7\u00e3o prepara a pessoa para o enfrentamento social, e \u00e9 a partir dela que se forma o cidad\u00e3o.\u00a0\u00c9 preciso fortalec\u00ea-la, j\u00e1 que a fam\u00edlia continua sendo a base da sociedade, independente da forma como \u00e9 constitu\u00edda. \u00c9 preciso preservar o Estado Democr\u00e1tico de Direito. Estamos falando do respeito \u00e0s diferen\u00e7as.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>*Juliana Frozel de Camargo Alcoforado \u00e9 advogada e coordenadora do curso de Direito da Anhanguera de Campinas \u2013 Taquaral.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>*Por Juliana Frozel de Camargo Alcoforado &nbsp; Fam\u00edlia. 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