﻿{"id":74435,"date":"2017-08-12T10:14:40","date_gmt":"2017-08-12T13:14:40","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/?p=74435"},"modified":"2017-08-12T10:14:40","modified_gmt":"2017-08-12T13:14:40","slug":"vitoria-de-joao-linguinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/vitoria-de-joao-linguinha\/","title":{"rendered":"A vit\u00f3ria de Jo\u00e3o Ling\u00fcinha"},"content":{"rendered":"<p>No final dos anos 60, os jovens de Itu, tinham como lugar de encontro a pra\u00e7a Padre Miguel, o Largo da Matriz, melhor dizendo. Nas bordas da pra\u00e7a rente a via carro\u00e7\u00e1vel, as mo\u00e7as passeavam de bra\u00e7o dado umas com as outras dando voltas pela pra\u00e7a, enquanto os homens faziam o mesmo do lado de dentro, s\u00f3 que em sentido contr\u00e1rio. Esse vai e v\u00e9m era protagonizado por mo\u00e7as e rapazes menos abastados. Porque as mo\u00e7as mais chiques e os rapazes mais bacanas faziam o mesmo tipo de footing, s\u00f3 que no centro da pra\u00e7a, perto do coreto. Resumindo, os mais pobres se paqueravam nas bordas da pra\u00e7a, enquanto que os mais ricos se entreolhavam no centro do largo. Proibido mesmo era namorar no Largo S\u00e3o Francisco, ali, vizinho da F\u00e1brica S\u00e3o Luiz. Quer dizer, era proibido e conden\u00e1vel, mas sempre havia os casais mais ousados que ignoravam essa regra, e l\u00e1 se divertiam mais livremente. Dizia-se que se peito de mo\u00e7a fosse buzina, os moradores do largo S\u00e3o Francisco, n\u00e3o conseguiriam dormir a noite. Tudo isso me faz lembrar de um cidad\u00e3o, Misael Pereira, que era mestre na f\u00e1brica de Tecidos S\u00e3o Pedro e que residia numa casa que ficava no morro do teatro, atr\u00e1s da Igreja do Bom Jesus. Ele morava com a mulher Ol\u00edvia, e a filha Hort\u00eancia. Eram considerados classe m\u00e9dia alta. Acontece que a Hort\u00eancia que costumava desfilar pelo centro da pra\u00e7a, acabou se engra\u00e7ando com um garoto conhecido por Jo\u00e3o Ling\u00fcinha, que era um desfilante da borda da pra\u00e7a. O velho Misael e a esposa Ol\u00edvia, quando souberam dessa paquera, quase tiveram um tr\u00f3\u00e7o. Afinal, Hort\u00eancia deveria namorar algu\u00e9m do mesmo n\u00edvel, e o Jo\u00e3o Ling\u00fcinha, al\u00e9m de ser da borda da pra\u00e7a, ainda era conhecido por ser meio malandro. Pra falar a verdade, era bem malandr\u00e3o e, quando viu pela frente aquela oportunidade, percebeu que n\u00e3o podia perder a chance de subir na vida. Foi assim que Hort\u00eancia e Ling\u00fcinha passaram a namorar escondido, por medo dos pais dela, principalmente de Misael que, habituado a lidar com oper\u00e1rios, se acostumou a tratar todo mundo, grosseiramente. Ao lado da casa de Misael, havia um terreno com um muro, o qual lhe pertencia. Era por ali que Hort\u00eancia escapava para se encontrar com Jo\u00e3o Ling\u00fcinha, retornando \u00e0s vezes altas horas da noite pulando o muro e entrando em casa sem que os pais percebessem. Certo dia, malandro como ele s\u00f3, Ling\u00fcinha resolveu conquistar a fam\u00edlia pela emo\u00e7\u00e3o. Bom cantor de serestas como conv\u00e9m a qualquer malandro, reuniu alguns m\u00fasicos e foi altas horas da noite cantar sob as janelas da amada. Salvador no viol\u00e3o, Moretti no contrabaixo, Manollo Santoro na flauta, Nh\u00f4 Cr\u00e9cio na sanfona e Gentil no Cavaquinho formavam o grupo que deveria acompanhar o Ling\u00fcinha. E este come\u00e7ou: <em>Tu \u00e9s a criatura mais linda que os meus olhos j\u00e1 viram \/ tu tens a boca mais linda que a minha boca beijou<\/em>. A melodia tomava conta do morro do teatro. E Ling\u00fcinha continuou mais animado ainda com os instrumentos a lhe inspirar: <em>S\u00e3o meus os teus l\u00e1bios, estes l\u00e1bios que os meus desejos mataram \/ s\u00e3o minhas suas m\u00e3os, essas m\u00e3os que as minhas m\u00e3os afagaram<\/em>. Nesse momento uma luz se acendeu por tr\u00e1s da veneziana de uma das janelas. E Ling\u00fcinha exultou: <em>Sou louco por ti, eu morro por ti, te amo em segredo \/ adoro seu porte divino e a m\u00e3o do destino que a mim tu vieste \/ tenho ci\u00fame do sol, do luar, do mar, tenho ci\u00fame de tudo \/ tenho ci\u00fame at\u00e9 da roupa que tu veste. <\/em>Abriu-se ent\u00e3o a veneziana, mas quem saiu na janela foi o velho Misael que j\u00e1 foi gritando: \u201cVoc\u00ea canta bem, n\u00e9 Jo\u00e3o Ling\u00fcinha?\u201d. Ao que este retrucou humildemente: \u201cEu arranho um pouquinho seu Misael.\u201d E o velho furioso: &#8211; \u201cEnt\u00e3o trate de ir arranhar o olho da sua m\u00e3e.\u201d E bateu a veneziana e apagou a luz. No lugar de olho ele usou outro termo que eu n\u00e3o ouso repetir aqui, mas voc\u00eas devem imaginar. A atitude do velho deixou Jo\u00e3o Ling\u00fcinha revoltado, e ele, embora consolado pelos amigos m\u00fasicos jurou que aquilo n\u00e3o ficaria assim. E o namoro continuou escondido. At\u00e9 que um dia, pela manh\u00e3, Dona Ol\u00edvia, a m\u00e3e de Hort\u00eancia, saiu para comprar p\u00e3o na padaria dos Guido, na rua Floriano Peixoto. Ao sair notou algo horr\u00edvel no muro da casa. Entrou de novo e chamou o marido pra vir ver a trag\u00e9dia. No muro estava escrito: Ling\u00fcinha ama Hort\u00eancia. S\u00f3 que estava claro uma coisa: a frase fora escrita com xixi. Misael procurou acalmar a esposa: N\u00e3o vamos morrer por causa disso, n\u00e9 Ol\u00edvia? Afinal de contas, basta passar uma cal e a gente apaga. Foi a\u00ed que ela explicou desesperada ao marido: \u201c- Voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 percebendo Misael? O xixi \u00e9 do Z\u00e9 Ling\u00fcinha, mas a caligrafia \u00e9 da nossa filha Hort\u00eancia&#8230;\u201d<\/p>\n<p>Deu certo, os pombinhos se casaram com grande festa em tr\u00eas meses.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No final dos anos 60, os jovens de Itu, tinham como lugar de encontro a pra\u00e7a Padre Miguel, o Largo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":72733,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A vit\u00f3ria de Jo\u00e3o Ling\u00fcinha<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"No final dos anos 60, os jovens de Itu, tinham como lugar de encontro a pra\u00e7a Padre Miguel, o Largo da Matriz, melhor dizendo. 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