﻿{"id":77043,"date":"2017-10-07T14:59:29","date_gmt":"2017-10-07T17:59:29","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/?p=77043"},"modified":"2017-10-09T15:07:14","modified_gmt":"2017-10-09T18:07:14","slug":"periscopio-entrevista-paulo-lara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/periscopio-entrevista-paulo-lara\/","title":{"rendered":"Perisc\u00f3pio Entrevista &#8211; Paulo Lara"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_77044\" aria-describedby=\"caption-attachment-77044\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-77044\" src=\"http:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/paulo-lara.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"455\" srcset=\"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/paulo-lara.jpg 800w, https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/paulo-lara-700x398.jpg 700w, https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/paulo-lara-768x437.jpg 768w, https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/paulo-lara-500x284.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-77044\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Gabriela Prado<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nesta semana, o \u201cPerisc\u00f3pio\u201d entrevista o pintor ituano Paulo Lara. Ele fala sobre quando surgiu o interesse pelas artes, como definiu seu estilo \u00fanico e qual a obra que ele tem mais apre\u00e7o. O artista ainda comenta o cen\u00e1rio cultural ituano ao ser questionado sobre a valoriza\u00e7\u00e3o dos artistas na cidade. Confira!<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>JP \u2013 Como e quando surgiu seu interesse pelas artes e pela pintura?<\/strong><\/p>\n<p>Meu interesse na pintura, na verdade, vem desde a inf\u00e2ncia. Desde que me conhe\u00e7o por gente, eu sempre gostei de desenhar. Mas eu acho que, aos 10 anos, eu comecei a fazer algumas coisas. Eu copiava desenhos da Disney, do Mauricio de Sousa, em cartolina, fazia algumas coisas assim. O meu primeiro quadro eu pintei quando tinha 12 anos. Eu cheguei, tamb\u00e9m, a fazer algumas aulas no col\u00e9gio de freiras que tinha aqui. Desde crian\u00e7a eu gosto muito de ver arte, de fazer arte; mas o fato de hoje eu viver de arte \u00e9 outra hist\u00f3ria. Eu nem sabia que isso ia acontecer.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>JP \u2013 No come\u00e7o, voc\u00ea sentiu alguma inseguran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s artes pl\u00e1sticas? Se sim, quais e por qu\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p>Sim. Na verdade, a arte sempre foi meu plano B. Eu nunca vivi 100% de arte, porque depois que eu me formei como arquiteto eu s\u00f3 fazia murais. Eu fazia mais murais do que telas, ent\u00e3o eu era mais \u201cmuralista arquiteto\u201d do que um artista pl\u00e1stico que pinta telas. A inseguran\u00e7a, na verdade, ela \u00e9 embutida na cabe\u00e7a da gente quando a gente \u00e9 crian\u00e7a. Voc\u00ea n\u00e3o v\u00ea os pais dizendo \u201cvai ser artista pl\u00e1stico\u201d. Muito pelo contr\u00e1rio, eles j\u00e1 dizem \u201cn\u00e3o fa\u00e7a isso, porque voc\u00ea n\u00e3o vai ganhar dinheiro\u201d. E n\u00e3o \u00e9 bem assim, porque \u00e9 um processo longo. Voc\u00ea dedica sua vida a isso. E eu consegui um atalho. Quando eu fiz arquitetura, me aproximei mais da arte. Mas eu nem conseguiria viver 100% da arte se n\u00e3o fosse pelos desenhos que estou fazendo agora. Sou arquiteto e urbanista, me formei na UNIMEP de Piracicaba. Quando me formei, j\u00e1 comecei a pegar projetos pequenos, residenciais, e como eu trabalhava com design gr\u00e1fico, que eu sempre gostei, eu j\u00e1 fazia muitos trabalhos de identidade visual. Eu peguei tudo: arquitetura, design gr\u00e1fico e artes pl\u00e1sticas, e acabei fazendo esses desenhos que fa\u00e7o hoje, figurativos contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JP \u2013 Quando e como voc\u00ea descobriu o seu estilo pr\u00f3prio e exc\u00eantrico e o definiu como sua identidade como artista pl\u00e1stico?<\/strong><\/p>\n<p>Isso foi uma coisa que aconteceu por acaso. Eu sempre gostei de pintar, mas eu queria fazer obras de hiper-realismo. Sempre gostei de imitar fotografia. Eu buscava o m\u00e1ximo a perfei\u00e7\u00e3o da imagem, para que a pessoa se perguntasse \u201cnossa, mas isso \u00e9 uma foto ou uma pintura?\u201d. Eu sempre gostei disso, e isso, dentro do mercado de arte, n\u00e3o tinha espa\u00e7o. Hoje at\u00e9 tem. Mas, na \u00e9poca, n\u00e3o tinha. Eu fiz uns quadros, comecei a fazer uns desenhos mais \u201ctortinhos\u201d e pensando \u201cvou fazer assim\u201d, e alguns anos depois eu fui participar de um sal\u00e3o, e eu nunca tinha participado de um. Voc\u00ea n\u00e3o paga para participar desses sal\u00f5es, voc\u00ea \u00e9 selecionado para isso, e eu fui selecionado e ganhei o 4\u00ba lugar. E eu assustei. Eu senti que aquilo mexeu comigo e pensei: \u201cNossa, acho que agora \u00e9 uma coisa bacana\u201d. Eu pensei que seria algo para trabalhar, mas ainda assim eu n\u00e3o vivia 100% da arte. Depois que eu me mudei para o meu est\u00fadio, eu decidi de vez parar com arquitetura. Foi em 2009 que isso aconteceu, e de 2009 para c\u00e1 eu decidi viver de arte, totalmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JP \u2013 Para voc\u00ea, desde 2009 at\u00e9 agora, qual sua obra mais importante e com mais valor emocional para voc\u00ea e por qu\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p>Eu n\u00e3o tenho [risos]. Eu n\u00e3o tenho uma obra espec\u00edfica. Eu amo todas as obras que eu fa\u00e7o, porque o meu trabalho \u00e9 muito diferente. O meu trabalho conta uma hist\u00f3ria. Tenho as obras que eu criei e tenho algumas obras que s\u00e3o influenciadas pelas pessoas. Minha esposa, a Renata, trabalha aqui comigo, e \u00e0s vezes ela fala \u201cnossa, por que n\u00e3o faz tal coisa?\u201d, e a\u00ed eu puxo a ideia e fa\u00e7o os desenhos. Os meus filhos tamb\u00e9m falam \u201cpai, voc\u00ea poderia fazer uma tela assim&#8230;\u201d. E a ideia, \u00e0s vezes, vem de fora, e ap\u00f3s isso eu a coloco no papel. Ent\u00e3o tem uma influ\u00eancia externa e as ideias que eu tenho. Tem, tamb\u00e9m, as obras encomendadas. Eu fa\u00e7o uma pesquisa sobre, fa\u00e7o um desenho, e eu gosto dela [tela] o tanto quanto eu gosto da tela que ganhou 1\u00ba lugar. Talvez, se eu fosse escolher uma, n\u00e3o como principal, emocionalmente falando, mas pela interfer\u00eancia que teve na minha vida, foi uma de 2006, que foi o primeiro sal\u00e3o que participei, com duas obras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JP \u2013 No mundo da pintura e das artes pl\u00e1sticas, quais suas maiores inspira\u00e7\u00f5es e por qu\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p>Eu acho que foram dois momentos da hist\u00f3ria da arte que eu amo: renascimento, principalmente Michelangelo e Da Vinci, talvez por uma influ\u00eancia da pr\u00f3pria escola, mas Michelangelo pelo desenho da anatomia. E Da Vinci pela intelig\u00eancia dele, pela criatividade sensacional que ele teve. Depois, o impressionismo. Eu sempre gostei muito do impressionismo, e digamos que isso foi at\u00e9 uma influ\u00eancia para eu gostar do surrealismo. Acho at\u00e9 que, se eu n\u00e3o fizesse esses desenhos que fa\u00e7o hoje, eu arriscaria fazer alguma coisa surreal, mas eu vejo meu desenho como uma brincadeira com o real. \u00c9 sempre uma distor\u00e7\u00e3o do real. Eu pego um ambiente e transformo em uma brincadeira, e isso \u00e9 bacana e \u00e9 o que as pessoas gostam de ver. Eu pego a cidade e deixo-a com cara de desenho, e as pessoas gostam de ver. Podemos ver pelas anima\u00e7\u00f5es da Pixar e dos grandes est\u00fadios de anima\u00e7\u00e3o que elas s\u00e3o vistas mais por adultos do que por crian\u00e7as. A pessoa acaba se identificando. Um dos desenhos que mais gosto, por exemplo, \u00e9 \u201cDivertida Mente\u201d. Ele brinca com emo\u00e7\u00e3o e \u00e9 um desenho! E eu acho que meu trabalho consegue chegar \u00e0s pessoas porque ele \u00e9 uma releitura divertida do cotidiano. \u00c9 uma ilus\u00e3o contrastada com a realidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JP \u2013 Voc\u00ea acha que, aqui na cidade de Itu, o seu trabalho \u00e9 valorizado pelos ituanos? Se n\u00e3o, por qu\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o acho que seja pela valoriza\u00e7\u00e3o do ituano, especificamente, mas \u00e9 que n\u00e3o existe a valoriza\u00e7\u00e3o do brasileiro com a arte. A arte no Brasil come\u00e7ou a ser buscada agora. Durante um bom tempo, as galerias de arte, no Brasil, eram coisas de elite, eram coisas muito caras. As pessoas tinham medo de entrar em uma galeria de arte porque era muito elitizado, e isso fez com que a maioria dos brasileiros se afastasse dela [arte] por muito tempo. At\u00e9 para entrar em museus as pessoas tinham medo. E com a populariza\u00e7\u00e3o da arte, com a internet, um fator super importante, foi poss\u00edvel mostrar que \u00e9 poss\u00edvel voc\u00ea ter algum item de arte na sua casa sem pagar muito por isso. Eu tenho reprodu\u00e7\u00f5es aqui, como almofadas, azulejos, chinelos, canecas, e \u00e9 o meu trabalho ali. Ent\u00e3o as pessoas come\u00e7aram a ver que, se elas n\u00e3o tivessem dinheiro para uma obra original, poderiam comprar a c\u00f3pia, e a internet ajuda muito nisso. Por um tempo, existia uma c\u00fapula de galerias que dominava o mercado de arte, e hoje tem muita galeria independente, o que abriu portas para novos artistas. Quando o artista est\u00e1 no come\u00e7o, ele precisa vender. Ele joga um pre\u00e7o baixo e incentiva a valoriza\u00e7\u00e3o das obras de arte. Tenho muitos clientes e admiradores do meu trabalho aqui na cidade. Alguns compradores s\u00e3o daqui, outros s\u00e3o de fora, mas tenho clientes ituanos. Poderia ter mais? Poderia. Mas o problema est\u00e1 na cultura do brasileiro em n\u00e3o consumir arte. A obra de arte \u00e9 um patrim\u00f4nio. Eu fa\u00e7o uma brincadeira, quando perguntam quanto custa uma obra minha. \u201cO importante n\u00e3o \u00e9 quanto ela custa, mas por quanto voc\u00ea vai vend\u00ea-la futuramente\u201d. Sempre fa\u00e7o essa brincadeira [risos]. E as pessoas falam \u201cNunca vou vender esse quadro!\u201d. A arte n\u00e3o tem o menor peso dentro da escola, hoje. Eles est\u00e3o at\u00e9 tirando, cada vez mais. Ent\u00e3o come\u00e7a l\u00e1 embaixo. O desinteresse pela arte come\u00e7a l\u00e1 na inf\u00e2ncia. E isso se transforma l\u00e1 na frente, quando ele se torna um adulto. E isso vai al\u00e9m de classe social.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta semana, o \u201cPerisc\u00f3pio\u201d entrevista o pintor ituano Paulo Lara. 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