﻿{"id":83425,"date":"2018-02-28T11:46:15","date_gmt":"2018-02-28T14:46:15","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/?p=83425"},"modified":"2018-02-28T11:46:15","modified_gmt":"2018-02-28T14:46:15","slug":"contos-de-fadas-cantigas-de-ninar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalperiscopio.com.br\/site\/contos-de-fadas-cantigas-de-ninar\/","title":{"rendered":"CONTOS DE FADAS &#038; CANTIGAS DE NINAR"},"content":{"rendered":"<p>Os contos de fadas e as cantigas de ninar se perdem nas brumas do tempo. S\u00e3o antigas e trazem conota\u00e7\u00f5es tenebrosas e assustadoras, como as hist\u00f3rias contadas ao longo dos s\u00e9culos nas tabernas e castelos medievais, originalmente destinadas aos adultos. S\u00e3o hist\u00f3rias de monstros, bruxas, assombra\u00e7\u00f5es e vampiros. Por\u00e9m, nada mais enriquecedor para as crian\u00e7as que contos de fadas e cantigas de ninar, que as fazem pensar e ajudam na leitura de mundo.<\/p>\n<p>O poeta alem\u00e3o Schiller escreveu: <em>\u201cH\u00e1 maior significado profundo nos contos de fadas que me contaram na inf\u00e2ncia do que na verdade que a vida ensina\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Como fazer uma criancinha dormir sem lhe incutir terror e medo? A verdade \u00e9 que elas dormem ou dormem para se livrar dos perigos contados na penumbra por av\u00f3s, pais e bab\u00e1s. Como era costume as fam\u00edlias terem muitos filhos, ent\u00e3o ficava a cargo das amas de leite a educa\u00e7\u00e3o e os cuidados com as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Geralmente essas criaturas eram ignorantes e contavam hist\u00f3rias escabrosas para os pequenos, incutindo inseguran\u00e7a e medo. Monteiro Lobato escreveu: \u201cO pai do medo \u00e9 a escurid\u00e3o e a m\u00e3e a ignor\u00e2ncia\u201d. No livro \u201cA Psican\u00e1lise dos Contos de Fadas\u201d (Paz e Terra), o psicanalista Bruno Bettelheim se aprofunda nesses contos sugerindo conota\u00e7\u00f5es sexuais, como na hist\u00f3ria de \u201cChapeuzinho Vermelho\u201d (Perrault) com a atra\u00e7\u00e3o pelo sexo oposto (ed\u00edpico).<\/p>\n<p>Outro conto que as crian\u00e7as adoram \u00e9 \u201cOs Tr\u00eas Porquinhos\u201d. Ele ensina que n\u00e3o devemos ser pregui\u00e7osos e levar as coisas na brincadeira porque podemos perecer. Um trabalho duro nos far\u00e1 vitoriosos, mesmo contra o Lobo!<\/p>\n<p>Os contos de fadas s\u00e3o importantes na forma\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica das crian\u00e7as, elas interpretam conforme a sua idade, i.e., nunca se deve interpretar o conto para elas.<\/p>\n<p>Cantigas de ninar tamb\u00e9m n\u00e3o mostram um mundo cor-de-rosa. Observem trechos das letras e fa\u00e7am suas reflex\u00f5es. Vejam a cantiga do \u201cBoi da Cara Preta\u201d:<\/p>\n<p><em>\u201cBoi, boi, boi<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Boi da cara preta<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Pega esta crian\u00e7a<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Que tem medo de careta!\u201d<\/em><\/p>\n<p>D\u00e1 para imaginar? Um touro enorme, pesando uma tonelada, com uma cabe\u00e7a dotada de chifres amea\u00e7adores, aproximando-se de uma criancinha indefesa?<\/p>\n<p>O que dizer da cantiga \u201cNana nen\u00ea\u201d?<\/p>\n<p><em>\u201cNana nen\u00ea<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Que a Cuca vem pegar<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Papai foi na ro\u00e7a<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Mam\u00e3e foi trabalhar\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Nessa condi\u00e7\u00e3o extrema a crian\u00e7a se sente desprotegida. Papai foi na ro\u00e7a que provavelmente \u00e9 longe e a mam\u00e3e foi trabalhar sabe Deus l\u00e1 onde. Ela est\u00e1 sozinha e desamparada com a Cuca rondando a cama para peg\u00e1-la e talvez devor\u00e1-la. Como dormir com uma amea\u00e7a t\u00e3o terr\u00edvel?<\/p>\n<p>Outra trag\u00e9dia em \u201c<em>O cravo e a rosa\u201d:<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cO cravo brigou com a rosa<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Debaixo de uma sacada<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0O cravo saiu ferido<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0E a rosa despeda\u00e7ada\u201d.<\/em><\/p>\n<p>As delicadas flores brigam. O cravo simboliza o homem e a rosa a mulher que entram em desacordo. Isso n\u00e3o \u00e9 bom do ponto de vista infantil, a crian\u00e7a pode transferir isso para o relacionamento dos pais e esse conflito a faz insegura.<\/p>\n<p>Afinal, o que \u00e9 despeda\u00e7ar uma criatura? \u00c9 reduzi-la a peda\u00e7os. O simbolismo \u00e9 claro, quando os pais brigam pode-se perder ambos.<\/p>\n<p>Outra intitulada \u201cBicho Pap\u00e3o\u201d:<\/p>\n<p><em>\u201cBicho Pap\u00e3o<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Sai de cima do telhado<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Deixa esse menino (a)<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Dormir sossegado (a)\u201d.<\/em><\/p>\n<p>A Cuca j\u00e1 foi embora, gra\u00e7as a Deus. Mas h\u00e1 um Bicho Pap\u00e3o de cara muito feia rondando em cima do telhado. O que ele estar\u00e1 fazendo? Procurando uma fresta, a chamin\u00e9 da lareira, uma janela aberta para entrar?<\/p>\n<p>Ainda temos o conhecid\u00edssimo \u201cPau no gato\u201d:<\/p>\n<p><em>\u201cAtirei um pau no gatot\u00f4t\u00f4<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Mas o gatot\u00f4t\u00f4<\/em><\/p>\n<p><em>N\u00e3o morreueu eu<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Dona Chica c\u00e1<\/em><\/p>\n<p><em>Admirou-se se se<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Do berro, do berro que o gato deu:<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Miau!\u201d<\/em><\/p>\n<p>A estrofe: \u201c<em>Atirei um pau no gato\u201d<\/em> sugere uma confiss\u00e3o delituosa e deixa expl\u00edcito a inten\u00e7\u00e3o de atingir o pobre animal. Outra crueldade liderada pela pr\u00f3pria crian\u00e7a. O pau foi atirado para matar o gato, isso sim. Toda crian\u00e7a tem seu lado maquiav\u00e9lico, pois ela bem sabe a diferen\u00e7a entre o bom e o mau.<\/p>\n<p>E a cantiga \u201cA canoa virou\u201d?<\/p>\n<p>\u201c<em>A canoa virou<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Pois deixaram ela virar<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Foi por causa da Maria<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Que n\u00e3o soube remar.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Se eu fosse um peixinho<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E soubesse nadar<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Eu tirava Maria<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Do fundo do mar\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Trag\u00e9dia! A canoa vira por imper\u00edcia dos remadores e culpam a pobre da Maria, crian\u00e7a inocente. Pior, a Maria jaz no fundo do mar, morta, afogada. A cretinice repousa na hist\u00f3ria que h\u00e1 peixinho que n\u00e3o sabe nadar. \u00c9 abusar da intelig\u00eancia dos pequenos!<\/p>\n<p>Para encerrar eu cito: \u201cSamba Lel\u00ea\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u201c<em>Samba Lel\u00ea t\u00e1 doente<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>T\u00e1 com a cabe\u00e7a quebrada<\/em><\/p>\n<p><em>Samba Lel\u00ea precisava<\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 de umas boas palmadas\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Outra apologia ao castigo corporal. N\u00e3o basta o \u201cSamba Lel\u00ea\u201d estar doente e precisar de cuidados m\u00e9dicos. Recomenda-se ainda um castigo.<\/p>\n<p>Ainda bem que existem contos de fadas e cantigas de ninar que n\u00e3o inspiram medo, avers\u00e3o, ou castigos f\u00edsicos. S\u00e3o cantigas delicadas e suaves que embalam as criancinhas na hora de dormir ou do colinho.<\/p>\n<p>Na verdade o que as criancinhas precisam \u00e9 de aten\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o com limites, cuidados e muito carinho, assim tornar-se-\u00e3o cidad\u00e3os dignos de nossa sociedade.<\/p>\n<p><strong>Guilherme Del Campo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cadeira n\u00ba 11 I Patrono Mario de Andrade<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os contos de fadas e as cantigas de ninar se perdem nas brumas do tempo. 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